Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 29 de Junho de 2025
“Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?”(Lucas 18.8, ARA).
O número de evangélicos, no Brasil, saltou de 21,6% para 26,9% em dez anos. Este foi um dos destaques escolhido por certos veículos de mídia em nosso país, quando da recente publicação dos resultados do censo religioso, efetuado em 2022. O tom de algumas dessas publicações foi de certo triunfalismo; especialmente por comparar o crescimento percentual de “evangélicos” com o decréscimo de católicos: de 65,1% para 56,7%, no mesmo período.
Cada um faz a pergunta que quiser em primeiro lugar, sobre essa estatística; para si mesmo ou publicamente. A pergunta que eu faço é: E DAÍ? Evangélicos cresceram em percentual em torno de 25% entre os dois últimos recenseamentos, certo? Certo! E DAÍ? Será que existe algo realmente para celebrar? Celebrar números? Celebrar estatística?
Quando se constata, em grandes proporções do contingente evangélico nacional da atualidade, alguns problemas sérios, profeticamente preditos na Escritura, realmente há que se perguntar: celebrar o que? Pensemos, por exemplo, no sermão profético de Jesus, em Mateus 24. Será que a maioria dos evangélicos no Brasil está crescendo e se edificando no evangelho, na Palavra de Deus, ou está se contaminando com os “manjares mundanos”? Será que o amor de muitos dentre nós – evangélicos – está crescendo, ou será que está esfriando? Será que estamos cada vez mais atentos aos sinais dos nossos tempos, esperando e apressando o dia da vinda do Senhor, ou será que estamos cada vez mais inebriados com os atrativos deste mundo? Será que estamos vigiando, quanto mais vemos que o Dia se aproxima, ou será que estamos distraídos com tudo que cria mais apetite nos nossos interesses? Será que, crescendo em números e percentuais, estamos contribuindo para desmentir a predição de Jesus [como se fosse possível], quando disse – “quando vier, pois, o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?”(Lc 18.8), ou será que estamos contribuindo cada vez mais para a concretização desta verdade? Será que estamos cada vez mais comprometidos em combater e vencer o pecado, ou será que estamos cada vez mais sucumbindo ante o pecado?
São perguntas para as quais é de se temer que a maioria das respostas esteja na segunda hipótese, não na primeira. E, não seria surpresa, pois foi exatamente isto que foi profetizado. Então, mais uma vez se levanta a pergunta, diante da estatística de crescimento evangélico: estamos crescendo nos dados que realmente importam para Deus, ou apenas aumentando estatística sem valor?
Que nos fale de novo, em alto e bom som, o profeta Oséias: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra… Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (Oséias 6:3,6, ARA).
A mensagem musical de hoje foi ‘inspirada’ no texto de II Crônicas 7.14. Primeiro templo! Uma palavra do próprio Deus, dirigida ao povo sob a liderança de Salomão, num momento singular da sua história. Por ela, Deus afiançou bênçãos e redenção quando, ao afastar-se o povo do Seu reto caminho, quando enveredasse pelo pecado, buscasse a face de Deus, retomando a atitude de integridade e temor ante Seus olhos.
Canta o quarteto Vozes da Liberdade.
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Boa semana, até próximo Domingo, se Deus quiser (Tg 4.15) ! Ulisses
Notas das citações bíblicas: ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil
ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil
ACRF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana
BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 15 de Junho de 2025
“Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mateus 24.42,44, ARA).
“O universo vai se extinguir muito mais rapidamente do que se imaginava!”. Esta é a conclusão de três cientistas holandeses, que vai percorrendo o mundo em publicações. O físico especialista em “buracos negros” Heino Falcke, o físico ‘quantum’ Michael Wondrak e o matemático Walter van Suijlekom, todos da Radboud University, situada em Nijmegen, nos Países Baixos, revisaram o cálculo tradicionalmente aceito na ciência. Concluíram eles que o fim do universo ocorrerá em tempo 10^1022 (101022) mais rápido. Você faz ideia do que é 10^1022 mais rápido? Bem! Para os que não são tão versados na matemática, comecemos por uma proporção de mil vezes: pode-se representar por 10^3 (103), o mesmo que dez ao cubo; se for 10^6 (106), é um fator um milhão de vezes mais maior de comparação; se for um trilhão de vezes, representa-se por 10^12 (1012), que é o mesmo que o algarismo “1” seguido de 12 zeros. Quando se fala de 10^1022 (101022), difícil até de discriminar: são 1022 zeros após o algarismo 1. É o que resulta da declaração dos cientistas, publicada originalmente no Journal of Cosmology and Astroparticle Physics: o universo vai se extinguir em tempo 10^1022 mais rápido do que até agora se pensava.
Alguém que lê aqui e tenha lido algo da publicação, poderia dizer: não foi isto que eles disseram! O que eles disseram foi que, antes, pensava-se que a extinção do universo se daria daqui a 10^1100 anos; eles concluíram que se dará dentro de ‘apenas’ 10^78. Nada diferente: 10^1100 dividido por 10^78 é igual a 10^1022 (só subtrair os expoentes).
Mas, eu lhes apresento um expoente de todas as ciências (não só da Física), que sabe muito mais do que todos os cientistas – da atualidade e do passado – que tem uma predição muito mais segura e acertada: Jesus Cristo! No texto acima transcrito, ele predisse quão inesperada e imprevisível é a sua vinda. O Espirito de Deus, por palavras escritas por Pedro, ainda adverte: “Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão” (II Pedro 3:10, ARC).
E, por que, tanto Jesus quanto Pedro, assim como os demais na Escritura, advertem com tal modelo de comparações o dia final desta presente história do Universo? Por que comparam com o ladrão da noite, que nunca manda um e-mail ou uma mensagem notificando aos moradores da casa em que vai agir quando o fará? Por que é previsto para o dia imprevisto, que pode ser a qualquer momento? Resposta simples: porque todos nós temos a tendência de viver cada dia como se o fim não ocorrerá nos nossos dias; como se Jesus não trouxesse o Dia do Juízo Final enquanto estamos por aqui, no planeta.
A notificação é clara para os que vivem no dia de hoje – um hoje que é o presente de qualquer época: o fim não depende do acerto da previsão dos cientistas! O fim depende apenas do relógio de Deus! O fim – que será o começo da nova era sem fim, dividindo humanos em dois lugares, ou duas situações que nunca mais se acabarão – é imprevisível. Isto significa que pode ser hoje, antes que se possa terminar a leitura desta mensagem. Mas se não for, pode ser amanhã… E assim por diante!
Então, o maior de todos os sábios, Jesus Cristo, põe sob desafio as previsões de cientistas como aqueles holandeses, ou quaisquer outros. E, já que Jesus é muito mais sábio, infinitamente mais preciso e incomparavelmente mais acertado, o melhor que se tem a fazer é prestar atenção a tudo quanto ele mesmo requer e adverte quanto à maneira e à atitude que nos importa assumir, para o encontro com ele naquele dia! Tudo quanto precisamos saber sobre isto está na Escritura, que muitos têm entre seus livros, mas não muitos lhe dedicam a necessária atenção!
Grant Colfax Tuller foi um ministro metodista norte-americano; era também músico, e dedicava sua capacidade musical em seu ministério. Uma noite de 1898, após o jantar, uma certa combinação de notas musicais ficou em sua mente, e isto perdurou pela noite a dentro. Logo, naquela mesma semana, recebeu ele pelo correio um pacote vindo de Vineland, New Jersey. Naquele pacote, um maço de papéis escritos à mão, de uma timorata presbiteriana daquela cidade, chamada Carrie Ellis Breck. Carrie era esposa de Franck Breck, mãe de 5 crianças, e que apreciava compor poemas cristãos. Não raras vezes, a sua saúde frágil lhe tronava doloroso o dever diário. Mesmo assim, persistia; persistindo, pensava adiante, pensava no céu, pensava em Filipenses 4.8. No meio daquele maço de papéis, estava o poema “Face to Face With Christ, My Saviour”. Logo, Tuller percebeu que o poema se encaixava inteiramente ajustado à música que tinha vindo à sua mente. Ei-la, abaixo, numa de suas versões em língua portuguesa. Essa mesma versão pode ser auditivamente apreciada.
FACE TO FACE WITH CHRIST, MY SAVIOUR (1898) [ FACE A FACE ] Carrie Ellis Breck(1855-1934) & Grant Colfax Tullar(1869-1950)
1. Quanto almejo ver a Cristo! Ver-Lhe o rosto, que prazer! Quando enfim, no lar eterno, Poderei pra sempre O ver!
CORO: Face a face eu hei de vê-lO, Quando vier em glória e luz; Face a face lá na glória Hei de ver meu bom Jesus!
2. Muito ao longe já O avisto, Vejo como por um véu, Mas desejo em breve vê-lO Face a face lá no Céu!
3. Oh! Que encanto estar com Cristo, Onde já não há mais dor! Livre de qualquer perigo, Desfrutando Seu amor!
4. Face a face, que alegria Há de ser viver assim, Vendo o rosto tão querido De quem morto foi por mim!
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Uma boa semana! Ulisses
NOTA: Ministérios Efrata é fruto dos empreendimentos do Instituto Efrata, organização sem fins lucrativos. O fruto da venda dos produtos da loja virtual “Efrata Publicações“ é integralmente utilizado no custeio das atividades ministeriais; parte desses resultados é gasto com remessas de kits evangelísticos para projetos missionários e de plantação de igrejas via PAM – Projeto de Apoio Missionário!
Notas das citações bíblicas: ACF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 11 de Maio de 2025
MIREM-SE NO EXEMPLO…
“Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso”(I Timóteo 2.15, ARA).
‘Chico’ [Francisco] Buarque de Hollanda (1944-…) é, inegavelmente, um artista, um compositor brasileiro com inegáveis talentos. Sua versatilidade em combinar música com poesia é reconhecida internacionalmente, embora também controversa e reacionária. Exemplo disso é a composição “Mulheres de Atenas”, produzida em conjunto com Augusto Boal (1931-2009) para uma peça teatral produzida por este último. A peça – Lisa, uma Mulher Libertadora – era um roteiro crítico referenciado em dois trabalhos do dramaturgo grego Aristófanes (445 a.C-?). O ano era 1976, pleno período de governos militares no Brasil. A letra da música é considerada uma mensagem de sentido oculto, crítica do conservadorismo então apregoado, e do padrão tradicional das mulheres. A peça de Boal foi dedicada aos movimentos de libertação feminista. A música de Buarque tem a mesma frase ao início de suas várias estrofes: “mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas…”.
Eu, que não sou artista nem compositor, tenho uma proposta substituta: mirem-se no exemplo daquelas mulheres… da Bíblia! Por exemplo, Noeme! Noeme, conforme retrata o livro de Rute, na Bíblia, foi compelida a sair de sua terra, acompanhando seu marido rumo a uma terra estrangeira, por causa da fome. Naquela terra de Moabe, morreram-lhe o marido e os dois filhos, os quais já se haviam casado com moabitas. Assim, eram três viúvas: sogra e duas noras. Ao ouvir que Deus se compadecera de sua terra na região judaica de Efrata, Noemi fez menção de voltar, despedindo-se de suas noras. Estas, porém, quiseram acompanha-la na volta à sua terra.
Aí começam a tornarem-se evidentes as qualidades de Noemi. Não é tão comum sogras e noras se darem bem; porém, Noemi certamente tinha qualidades tão apreciáveis, aos olhos de suas noras, que estas quiseram acompanhar-lhe, renunciando suas próprias terra, gente e famílias, como se a adotassem, doravante, como mãe. Que coração tinha essa Noemi!
Essa mulher era resignada sob a mão de Deus! Tinha sofrido tanto, tanto, e ainda assim demonstra resignação submissa para com a soberania daquEle a quem trata como o “Todo-Poderoso”! Era mulher de fé, de temor a Deus, e tinha o temor de Deus!
Voltar à terra de sua origem, depois que tudo ‘dera errado’ na sua vida e na de sua família, demonstra humildade e singeleza de coração. Em caso de voltar ao seu país, não seria preferível voltar para outro lugar, onde ninguém lhe poderia mirar, trazendo-lhe vergonha e vexame. Mas Noemi não era assim… Enfrentou o opróbrio!
No coração de Noemi havia muita virtude. Não fosse assim, não teria tratado Rute, sua nora, como se fosse sua própria filha, como tratou. Isto, nas entrelinhas, dá um testemunho em favor do seu amor de mãe. Como suas noras se lançariam ao desconhecido na companhia daquela mulher, se não tivessem já conhecido suas virtudes, enquanto esposa de Elimeleque e mãe de Malon e Quiliom? Se as duas se dispuseram, de então em diante, a enfrentar o desconhecido na terra estranha de sua sogra (que lhes seria, doravante, por mãe), na companhia desta, é porque Noemi lhes inspirava confiança e lhes dedicava amor para tanto.
Não seria difícil apontar mais uma quantidade de virtudes de Noemi; por ora, mais uma, apenas: sabedoria! A Bíblia diz que o temo do Senhor é o princípio da sabedoria (Salmo 111.10; Provérbios 9.10). Como Noemi tinha o temor do Senhor, também era dotada de sabedoria. Basta conhecer o restante da história do livro de Rute, como procedeu Noemi com sua nora-filha, e isto ficará patente! Basta dizer que, três gerações depois, sua descendência traz o rei Davi; e vinte gerações depois, traz o próprio Jesus!
Há muitas mulheres na Bíblia, dignas de serem alvo da mira, como exemplo. Noemi é uma delas; como mulher, como serva de Deus, como mãe… Mirem-se no exemplo dela, e das demais!
O hino de hoje é um clássico de dois conhecidos compositores cristãos. Cushing teve uma séria enfermidade na garganta, pela qual perdeu a voz. Já não mais poderia pregar. Orou a Deus, com o coração derramado sobre o Salmo 17.8. Deus respondeu as suas orações, mas de um modo diferente do que ansiava: em troca da voz, deu-lhe o dom de escrever, e de compor. Outrossim, foi o músico das campanhas de Moody quem lhe pôs melodia. É uma canção de que me lembro, ao pensar em Noemi, minha mãe, e em todas que desempenham a missão de mãe. Segue, na voz de Heritage Singers.
UNDER HIS WINGS (1896) Sob Suas Asas William Orcutt Cushing (1823-1902) Ira Sankey (1840-1908)
Under His wings I am safely abiding, Sob Suas asas habito em segurança Though the night deepens and tempests are wild, Ainda que a noite adentre e as tempestades sejam árduas Still I can trust Him; I know He will keep me, Ainda assim posso Nele confiar; sei Ele que me guardará, He has redeemed me, and I am His child. Ele me redimiu, e eu sou dos seus filhos.
Under His wings, under His wings, Sob Suas asas, sob Suas asas Who from His love can sever? Quem pode, de seu amor, separar-se? Under His wings my soul shall abide, Sob Suas asas minha alma habitará
Safely abide forever. Com segurança, habitará para sempre.
Under His wings, oh, what precious enjoyment! Sob Suas asas, oh que precioso prazer There will I hide till life’s trials are o’er; Onde eu me abrigo até que passem as tormentas da vida Sheltered, protected, no evil can harm me, Aninhado, protegido, nenhum mal pode injuriar-me, Resting in Jesus, I’m safe evermore. Descansando em Jesus, estou para sempre seguro.
Há um verso não cantado nesta execução :
Under His wings, what a refuge in sorrow! Sob Suas asas, que refúgio na tribulação! How the heart yearningly turns to His rest! Como duradouramente o coração volta ao Seu descanso! Often when earth has no balm for my healing, Frequentemente, quando a terra não traz o bálsamo para minha cura There I find comfort, and there I am blessed. Ali eu encontro conforto, onde sou abençoado.
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Bom domingo, boa semana a seguir
Ulisses
Notas das citações bíblicas:
ACF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil
BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional
A palavra acima não pertence à língua portuguesa: é da língua grega, a língua do Novo Testamento. A primeira vez que a ouvi, estava fazendo meu exame admissional lá no Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife. Quem estava a aplicar o exame era o Pastor Frans Leonard Schalkwijk, o reitor da instituição. Aportuguesando seu nome holandês, todos o tratavam como “Francisco” – o “Pastor Francisco”. Nasceu ele em Amsterdam, Países Baixos (Holanda), em 23 de fevereiro de 1928.
“Pistós” significa “fiel”, e o texto bíblico de sua preferência para a citar é I Coríntios 4.2 (“Ora, além disto, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel”). Pastor Francisco costumava requerer dos alunos que “assinassem” as provas com “PISTÓS”, em grego. Quando da primeira vez, para nossa turma, foi chocante: terminada a prova (toda ditada oralmente, com tempo apertado para as respostas, e tome mais perguntas, ele mandou que assinássemos. Aproximou-se de um dos alunos, viu sua assinatura, e proferiu, com seu inconfundível sotaque e em tom severo: “Isto não é seu ‘nome’; isto é seu apelido! De agora em diante, seu nome será ‘PISTÓS”! Se você, que aqui lê, não entendeu, eu ‘desenho’: daquele dia em diante, a demanda seria constante: sejam fiéis! Ser fiel é algo da maior importância para um cristão; principalmente, para pastores. Assim ele nos ensinou uma das muitas coisas que com ele aprendemos.
Meu primeiro contato com ele ocorrera uns dias antes. Eu tinha chegado ao Recife com minha esposa, mas ainda sem lugar para morar; ainda não tínhamos filhos, mas foram dois que de lá trouxemos. Encontrar uma moradia seria a primeira tarefa; enquanto isso, usamos por empréstimo uma sala com colchão, nas instalações da instituição. Passados dois dias de procura difícil, o administrador mandou me chamar e disse: “nosso reitor está chegando de sua viagem, passou um ano sabático para concluir e defender sua tese de doutorado. Vou recomendar vocês a ele para cuidar da biblioteca; se ele lhes contratar, vocês poderão morar em parte da edificação”. E assim se deu. No dia em que ele chegou, o administrador conversou com ele e ele mandou me chamar. Cheguei ao hall principal, e o vi numa animada conversa com um professor, o Rev. Heinz Neumann. Não entendi patavina: a conversa era em alemão! Logo me impressionei com aquele holandês, calvo, de barbas longas, óculos de lentes espessas, calçando uma sandália com meias em pleno verão pernambucano.
Ainda no início do curso, mais outra lição inesquecível. Cada turma tinha que eleger número proporcional de representantes; a nossa turma, com mais de 40 alunos, elegeu quatro – eu entre eles. Uma vez eleitos, ele nos chamou à sua sala; nos deu várias informações e recomendações. Ao final, nos mandou ler o que estava no quadrinho na parede às nossas costas. Mas a leitura não foi nada fácil: o quadrinho estava pregado na parede, mas não à altura dos olhos, e sim junto ao rodapé. Para lê-lo, das duas, uma: ou ajoelhados no piso, ou encurvando completamente o corpo. E o que estava no quadrinho? Parte de Gálatas 2.20, em inglês: “Not I, but Christ!” (Não eu, mas Cristo!”). Junto ao “I” (“eu”, em inglês), a efígie de um homem ereto, com pescoço e cabeça erguidos; dentro do “C” (primeira letra de Christ, Cristo) a mesma efígie, porém encurvada pela forma do “C”. E abaixo, a expressão: “Do not be stiff-necked!” (“Não sejais de cerviz endurecida”, extraída de Provérbios 29.1). A lição era simples, lembrando o próprio texto paulino: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim!” E por que na altura do rodapé? Sugestão de sua filha, Adriana: “Papa (forma carinhosa de “pai”, em holandês, equivalente a “papai”), um quadrinho com uma mensagem dessa, melhor ficar bem junto ao chão, para obrigar o leitor a se encurvar para ler”.
Quando saí do seminário, em 1986, testemunhei uma grande injustiça perpetrada contra aquele varão. Por essa injustiça, inesperada, teve ele que sair de Recife, e veio parar em Minas Gerais. E como reagiu? Deixando tudo nas mãos “do Fiel” (como sempre pregou), à semelhança de Paulo, em relação a Alexandre, o latoeiro de Éfeso.
Guardei muitas lembranças do Pastor Francisco, e conservei relacionamento fraterno com ele, mesmo depois de voltar de Recife. As marcas que ele deixou em uma geração inteira de quem o conheceu foram e são indeléveis. O espaço desta mensagem é pequeno para registrá-las, mas o leitor pode conhecer mais, se desejar, na obra “Memórias de Dois Peregrinos”, lançado em 2024 pela Editora Cultura Cristã (ainda não li a obra, pessoalmente).
Entre essas lembranças, um fato curioso: cerca de treze anos atrás, assisti um vídeo do Duo Siqueira Lima. Era o casal Fernando de Lima (violonista mineiro) e Cecília Siqueira (violonista uruguaia) tocando magistralmente a quatro mãos… um único violão! Compartilhei com o Pastor Francisco o vídeo, com o seguinte comentário: “para um casal tocar assim, ainda mais em um único violão, é preciso muito treino!” O pastor Francisco me respondeu, agradecendo, apreciando também, e depois assinou a resposta: Frans e Margrietha, com 58 anos de treino!
Quando a Holanda foi tomada pelas tropas nazistas na Segunda Guerra Mundial, em 1940, Pastor Francisco estava com doze anos de idade. Assim como aconteceu com o restante da população cristã, não só na Holanda mas em toda a Europa, foram dias extremamente difíceis e dolorosos: cinco anos de dores, de angústias, que só os “filhos da guerra” sabem aquilatar de fato. Alguns desses fatos ele, de vez em quando, nos contava, mas sem sentimento de revolta: o testemunho era de esperança, pois, como ele sempre diz, somos peregrinos na terra! De fato: conforme Hebreus 11.10-16, também nós aguardamos a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e o edificador!
Nos tempos da pandemia, ocorreu a transferência de residência de Apeldoorn, nos Países Baixos, para o Brasil. A idade, a enfermidade da esposa, dona Margarida, a fragilidade chegando ao honorável pastor tornaram isto recomendável, facultando ficar perto da filha mais velha, Adriana, médica, residente em Itajubá, Minas Gerais. Hoje, lá está o casal, morando num apartamento alto naquela cidade. Olhando para a cidade do alto, veio um pensamento: o que eu poderia ainda fazer para ajudar essa gente, não só aqui, mas em vários lugares? E, com isto, nasceu o devocionário “Deus é Fiel!”, publicado pela Editora Monergismo. Para esta obra, eu, seu ex-aluno de décadas passadas, fui honrado com um convite dele: dar uma pequena contribuição na produção da obra, com algumas mensagens alusivas a dias celebrativos do ano. Mas, impressionante foi acompanhar aquele servo de Deus, em seus 96 de idade, trabalhando na produção e um livro de mensagens devocionais, pensando em servir as gerações mais novas. Me lembrei do Salmo 92.14,15: “Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor, para anunciar que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça!”.
A história de vida do Pastor Francisco Leonardo, hoje com 97 de idade, e ainda testemunhando da fidelidade de Deus, o credencia como um exemplar raro dos Arautos de Vida. Uma das palavras gregas de seu constante (já incorporada ao jargão cristão em nosso idioma) é Maranatha! Maranatha significa “o Senhor vem!” Ou, como no vocativo de Apocalipse 22.20, “Vem, Senhor Jesus!” Pastor Francisco se declara um peregrino, vivendo e trabalhando nesta nossa terra de lutas e angústias, mas com olhos fitos na cidade celestial! São assim, os Arautos de Vida: olhos espirituais fitos na eternidade, enfrentamento de vida na certeza de que o dilúvio não será para sempre…
Quando Noé soltou a pomba na janela da arca, depois de todo aquele dilúvio que cobriu (e destruiu) a terra (está lá, em Gênesis, entre os capítulos 6 e 9, inclusive), e a pomba trouxe a Noé o raminho de oliveira no bico, a mensagem era clara, do jeito que Deus tinha dito: o dilúvio não será para sempre… Haverá vida, outra vez, e ainda há esperança! Confira, especialmente em Gênesis, capítulo 8. Concordemente com a nossa mensagem, nosso hino-tema é também mensagem de arautos de vida. Mesmo que o ‘dilúvio’ seja longo e hostil, não vai chover para sempre; há vida, depois dele…
Nosso hino temático também fala disto. Na voz suave de Cynthia Clawson, ouça a mensagem, com o nosso player online (acione-o logo após a transcrição da letra, traduzida)…
IT WON’T RAIN ALWAYS… (1981) NÃO VAI CHOVER PARA SEMPRE… Letra : Gloria Gaither (1942…) Música : Bill Gaither (1936…) & Aaron Wilburn (1950…)
Someone said that in each life: Alguém disse que em cada vida Some rain is bound to fall: Alguma chuva é fadada a cair And each one sheds his share of tears: E cada um entorna seu tanto de lágrimas And trouble troubles us all: E problemas afetam a todos nós But, the hurt can’t hurt forever: Mas, a dor não pode ferir para sempre And the tears are sure to dry…: E as lágrimas por certo hão de se estancar…
And it won’t rain always: E não há de chover para sempre The clouds will soon be gone: As nuvens logo se dissiparão The sun that they’ve been hiding: O sol que elas têm ocultado Has been there all along…: Tem estado lá, em todo o tempo… And it won’t rain always: E não há de chover para sempre God’s promises are true!: As promessas de Deus são reais The sun’s gonna shine in His own good time: O sol há de brilhar no tempo próprio Dele [Deus] And He’s gonna see you through!…: E Ele vela por ti… The sun’s gonna shine in God’s own good time: O sol há de brilhar no tempo próprio Dele [Deus] And He will see you through!…: E Ele há de velar por ti! …
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Abraços
Ulisses
Notas das citações bíblicas: ACF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 04 de Maio de 2025
Veículos de imprensa noticiaram: a Universidade Federal da Bahia tem, em suas instalações, alguns prédios inacabados e com construção totalmente paralisada. Num dos casos, o prédio que abrigaria o Instituto de Ciência da Computação, construção iniciada em 2011 e interrompida há alguns anos depois de uma boa fortuna já gasta, o destino é a demolição. A razão, dada em algumas publicações, é risco por conta de “erro de projeto”. Contudo, não é o caso da imagem deste post, que é meramente ilustrativa.
Nós, humanos, por mais que nos esforcemos em acertar, estamos fadados a errar. Aí está uma grande diferença entre nós – criaturas – e o nosso Deus – o Criador! Conforme Seus atributos, há um fato distintivo: Deus não falha nos Seus planos! Não existe a mínima chance, a mínima hipótese de Ele mesmo observar resultados, como os que envolvem as nossas vidas, e dizer, de Si para Si mesmo (porque não há um ser a Ele superior, a quem prestar contas): Ih! Esqueci desse detalhe! Ou, Ih! Me distraí por um momento com relação a este meu filho, a esta minha criatura! Ou ainda, Ih! Agora noto alguns fatores que eu não havia levado em conta antes, nos planos! Veja só: “Então, respondeu Jó ao Senhor: bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó 42.1,2, ARA).
Você conhece alguém, além de Jesus Cristo, o Filho de Deus, que tenha maior credencial de experiência de vida do que Jó, para dizer o que disse? Jó respondeu ao Senhor, depois de várias aulas teóricas e práticas: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Se há alguma boca credenciada para tais palavras, essa boca é a de Jó.
Deus não comete erros, não falha! Deus não tem sequer um plano frustrado! Jó certificou-se disto, por palavras e por experiência. Pouco tempo atrás, com muita dor solidária no coração, eu disse esta mesma verdade bíblica a um irmão querido, cuja esposa escapou, por um tempo, do COVID-19, mas não escapou das consequências – estava havia 140 dias no hospital, com sequelas cerebrais e orgânicas tidas por irreversíveis. Acabou não resistindo.
Se a tentação, ante quadros quase impossíveis de se compreender, nos levar à pergunta inexprimida – onde Deus errou? Qual dos Seus planos falhou? – temos dois testemunhos para nos refutar até mesmo a pergunta: o testemunho de Jó e, de resto, todo o testemunho da Revelação sobre o nosso Deus! Ele nunca errou em Seus planos; não tem errado no presente e jamais errará! Haverá um momento, um dia, nem que seja na era vindoura, em que tudo ficará claro e toda dúvida se dissipará!
Aguardemos por esse dia! Aguardemos no Senhor, o Infalível!
Uma belíssima composição contemporânea para hoje…
QUEM Guilherme Kerr Neto (1953…)
Quem, com a palma da própria mão, mediu o imenso e infinito mar? Quem, na balança e com precisão, a terra inteira escolheu pesar? Eterno Deus, Deus de poder – quem pode a tua intenção conhecer? Terno Senhor, Deus – Todo Amor, quem pode o teu coração decifrar? Teus caminhos sondar e conselhos te dar? … Deus, soberano Rei; Deus poderoso…
Quem, bem da palma da própria mão, tirou o vento e espalhou o mar? Quem, cada estrela na escuridão do véu da noite, mandou brilhar? Deus Criador, Deus – toda luz, vem, nossas trevas, Senhor, dissipar… Deus Redentor, Cristo Jesus, faz nossos passos teus passos trilhar… Tua voz preferir, teus conselhos seguir! Ó Deus triúno, Pai, Filho, Espírito Amém!
AudioPlayer online(controle de volume à direita)
Boa semana, até próximo Domingo, se Deus quiser (Tg 4.15) ! Ulisses
Notas das citações bíblicas:
ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil
ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil
ACRF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana
BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 28 de Fevereiro de 2016
Por causa de frases de efeito, interpretadas como atentados emocionais à boa fé do povo norte-americano, o candidato republicano Donald [John] Trump (1946-…) vem sofrendo críticas de vários lados. Ex-presidentes mexicanos o criticaram por afirmações dele que consideram xenófobas; chegaram a compará-lo a Hitler, devido ao que consideram exploração massiva de apelos psicológicos reprováveis. Seu discurso, interpretado como populista, racista e de nacionalismo radical anti-imigratório, é visto como uma ameaça ao perfil do país. O bispo pontificial de Roma, Francisco, chegou a por em dúvida sua auto-declaração, de ser um cristão.
É sabido por lá, em todo o país, que Trump se declara um protestante presbiteriano. De fato, encontra-se filiado a uma congregação local presbiteriana, da Presbyterian Church (USA). O liberalismo licencioso dessa igreja já vem se tornando conhecido por algumas décadas. A herança que o presbiterianismo dos séculos XVIII e XIX procurou deixar na nação, praticamente não se vê mais na agremiação religiosa de Trump (com algumas exceções). Um dos seus destacados protagonistas, até certa altura do século XX, John Gresham Machen (1881-1937), chegou a duvidar, também, de quanto do cristianismo puro ainda havia na sua própria igreja de então.
Uma pergunta incômoda, porém pertinente, pensando nos dias em que estamos vivendo, é: Qual cristianismo é o seu (ou o meu)? Será aquele dos simples e humildes de espírito, como postulou Jesus nas ‘Beatitudes’ do evangelho (Mateus 5)? Ou será o dos arrogantes e soberbos, em pensamentos, palavras e ações? Será o dos “misericordiosos”, ou será o dos implacáveis? Será o dos “puros de coração”, como, ainda na mesma prédica, o Filho de Deus conclamou, ou será o dos que o mantêm contaminados com as práticas e aspirações impiedosas da carnalidade?
Será que o cristianismo que professamos é aquele que, na conclamação paulina, se alegra com os que se alegram, e choram com os que choram(Romanos 12.14-15)? Ou será que, ao contrário, é daqueles que se aborrecem e se contorcem de raiva e inveja quando a hora, o reconhecimento, o dote, a conquista, chegam ao meu semelhante, mas não a mim? Ou, ainda, que em vez de chorar com os que choram, e condoer com eles, é dos que passam ao largo, na indiferença, como o sacerdote e o levita hipócritas, da parábola do ‘bom samaritano’ (Lucas 10)?
Será que o cristianismo que professamos é o dos que honram e adoram o Senhor em “espírito e em verdade” como ele mesmo requer (João 4), ou será o dos que cumprem, lamentavelmente, a profecia de Isaias, por Jesus relembrada – “este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; em vão me honram, ensinando doutrinas e mandamentos que vêm dos homens” (Mateus 15.8,9, BCF).
Para por um termo nestas indagações, que poderiam ir muito mais longe: será que o cristianismo que professamos é daquele tipo que até exulta em provações, através das quais fica provado que a nossa fé é muito mais valiosa do que ouro, e resulta em glória, louvor e honra a Jesus Cristo, como reivindica o outro apóstolo (I Pedro 1.6,7), ou é daquele tipo mascarado e falsificado, que se pulveriza e mancha a honra do evangelho, e do Nome que está sobre todo nome que ele visa ostentar, por poucas situações adversas?
Será que é preciso que chegue um desconhecido, e diga: seu cristianismo não é o verdadeiro cristianismo? Ou será que vamos deixar para ouvir isto naquele dia, em que estivermos diante do Juiz do Mundo? Será possível que, diante Dele, ainda reveremos cenas e episódios, dos quais nos envergonharemos, ao constatar que a atitude, a palavra, o pensamento, não correspondeu ao verdadeiro cristianismo? Ou será, enfim, que poderemos ouvir como disseram dos apóstolos: “e reconheceram que eles haviam estado com Jesus”(Atos 4.13, ARA)?
Finalizo, “encomendando” sua audição da mensagem cantada de uma oração, oportuna oração… É cantada por coro masculino da minha cidade, com solo de um amigo e irmão.
PERDOA-ME, SENHOR (1987) Hiram Rollo Júnior (ministro da Palavra e ministro de música)
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Boa semana, até próximo Domingo, se Deus quiser (Tg 4.15) ! Ulisses
NOTAS (versões bíblicas):
ACF – Almeida Corrigida e Revisada Fiel, Soc. Bíblica Trinitariana ARA – Almeida Revista e Atualizada, Soc. Bíblica do Brasil ARC – Almeida Revisada e Corrigida, Soc. Bíblica do Brasil BCF – Versão Católica do Pe. Antonio de Figueiredo NVI – Nova Versão Internacional, Soc. Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 14 de Fevereiro de 2016
A única oração que Karen Bell conseguiu fazer, naquele momento de dor extrema, foi – “Oh! Meu Deus, meu bebê, oh! Meu Deus! Mas, onde estava Deus? Estava Ele escondido? Sua filha, Rebecca Bell, estava morrendo, aos dezessete anos de idade, apenas. Por qual motivo? Um aborto, oculto dos pais, cumulado com septicemia, devido à infecção pulmonar. O caso alcançou repercussão mundial; o dia era 16 de setembro de 1988, na cidade de Indianápolis, nos Estados Unidos.
Karen conta que Becky era uma menina doce, alegre, honesta, cheia de vida, muito ligada à família. Entretanto, o namoro que começou aos 16 anos lhe mudou os hábitos. Um namoro fora de limites – quão desastroso é! Frequentemente, os desastres são irreparáveis. Àquela altura, Becky já caminhava sua vida a uma distância dos pais maior do que a do namorado. Sua melhor amiga atestou que o namoro envolvia sexo. O rapaz assegurou que era estéril, devido a uma enfermidade na infância. Mas, a gravidez veio. Becky, cheia de temor, não contou aos pais. Procurou uma clínica de aborto. Sendo menor, precisava de autorização dos pais; ou então, judicial. Becky não buscou, nem uma nem outra. Antes, procurou alternativas para o fazer, sem conhecimento dos pais. Essa criança não pode viver! Ela é filha do demônio! Foi o que disse à amiga. Poucos dias foram necessários para o avanço avassalador de uma infecção, presumida por uso de algum instrumental não adequadamente esterilizado, que lhe tirou a vida ainda tão jovem.
Há ocasiões em que Deus parece distante; talvez oculto; quem sabe, escondido! Pelo menos, é assim nossa tendência de pensar, quando nos vem a desdita. O poeta exclamou: “Deus, ó Deus, onde estás, que não respondes? Em que mundo, em que estrela Tu te escondes, embuçado nos céus?” (Castro Alves, em Vozes D’África). Até o salmista questionou: “Por que, Senhor, te conservas longe? E te escondes na hora da tribulação?” (Salmo 10.1 – ARA). E, não somente Davi… Também no salmo dos filhos de Coré se percebe o clamor: “Levanta-te! Por que dormes, Senhor? Levanta-te, e não nos desampares para sempre! Por que apartas teu rosto, te esqueces da nossa miséria e tribulação?” (Salmo 44.23,24 – BCF).
Mas, qual o que! Isto não passa de um lamurio natural, próprio de quem está em desespero, ou de quem não conhece a Deus de verdade; ou, de quem O conhece, mas se vê sufocado pela angústia! Não existe Deus escondido! Ao contrário, Ele está lá em cima, e aqui, e em toda parte, onipresente que é. Vale a pena ler todo o Salmo 139 (138, na versão de Figueiredo), de onde se extrai: “Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá” (Salmo 139:7-10 – NVI).
Esta é a verdade traduzida pelo Espírito de Deus: “Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade”(Salmo 145.18 – ARC). Não há Deus oculto! Pode não se manifestar, Ele, no tempo que o homem aspira – Ele é soberano sobre o tempo! Pode não se manifestar, Ele, no modo que o homem deseja – Ele é soberano sobre o modo. “E o coração do sábio conhece o tempo e o modo” (Eclesiastes 8.5 – ARA). Mas, que se reconheça de uma vez por todas: Não há Deus escondido! Nunca houve! Jamais haverá!
Verner Geier, cá no Brasil, disse: “Era 01.30h, madrugada, Setembro de 1980. Era a minha vez: Mary (minha esposa) e eu nos revezávamos para cuidar do Billy (2 anos) e do Davi (apenas um mês de vida). Levantei-me, cuidei deles, e tentei voltar a dormir, mas os problemas dos dias correntes vieram-me à mente; fugiu-me o sono. Abri a Bíblia e parei no Salmo 142. Que conforto! Logo, me veio uma melodia… Levantei-me, plena madrugada, fui ao piano, e comecei a escrever a partitura. Além disto, harmonizei as quatro vozes, metrifiquei as estrofes. Olhei pro relógio: 7 da manhã… Com a minha voz, clamo ao Senhor… A Deus, toda a glória! ”
Ouça, aqui, o hino, sob a interpretação do Coral Vozes do Calvário (Campinas, SP), em companhia da Orquestra Filarmônica Messiah. Segue a letra, para o caso de ser útil… Mais abaixo, nosso Audio Player, para a execução…
SALMO 142 (COM A MINHA VOZ CLAMO AO SENHOR, 1980) Verner Geier
Com a minha voz clamo ao Senhor,
Com a minha voz ao Senhor suplico
Diante d'Ele a queixar-me eu estou,
Diante d'Ele exponho a minha aflição
Quando aqui dentro de mim esmorece o meu espírito,
Tu então conheces minha vereda
Olho à mão direita e vejo: Não há quem me conheça,
Não há ninguém onde me refugiar!…
Com a minha voz clamo ao Senhor,
Com a minha voz ao Senhor suplico
Diante d'Ele a queixar-me eu estou,
Diante d'Ele exponho a minha aflição
Ó Senhor a Ti clamei, pois Tu És o meu refúgio
E o meu tesouro entre os viventes
Vem, atende ao meu clamor, estou muito abatido
Livrar-me vem do forte tentador!…
Com a minha voz clamo ao Senhor,
Com a minha voz ao Senhor suplico
Diante d'Ele a queixar-me eu estou,
Diante d'Ele exponho a minha aflição
Tira-me desta prisão e assim louvarei Teu nome
E então os justos me cercarão
Meu Senhor, eu clamo a Ti: Oh, vem livrar minh'alma
E cantarei que me fizeste bem!
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Boa semana, até próximo Domingo, se Deus quiser (Tg 4.15) !
Ulisses
NOTAS (versões bíblicas): ACF – Almeida Corrigida e Revisada Fiel, Soc. Bíblica Trinitariana ARA – Almeida Revista e Atualizada, Soc. Bíblica do Brasil
ARC – Almeida Revisada e Corrigida, Soc. Bíblica do Brasil BCF – Versão Católica do Pe. Antonio de Figueiredo NVI – Nova Versão Internacional, Soc. Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 07 de Fevereiro de 2016
Qual a semelhança entre a dona Maria Josefa, de São Roque (SP), e o filho de Amitai, da Galiléia? Eu conto já…
Maria Josefa da Silva, 73 anos, moradora sozinha de um apartamento na Vila Aguiar do município paulista, recebeu telefonema de uma das filhas. Elas sempre ligam, ou visitam, ou levam… Naquela semana, de Janeiro deste ano, a filha estava com impedimentos para ir ver a mãe. Mais ou menos assim, foi a conversa:
– Tudo bem com a senhora? – Tudo bem! – Não vou poder ir nem hoje nem amanhã, tudo bem? – Tudo bem…
Na Quinta, dia 07 de Janeiro deste ano, dona Josefa entrou no banheiro. Ao tentar sair, a maçaneta da porta se soltou em sua mão. Ela sempre carrega o celular, mas, naquele dia, sabe-se lá por que cargas d’água, não levou. Tentou de tudo para abrir a porta, presa por dentro que estava. Qual o que!… Gritou, gritou, ninguém ouvia. Esmurrou a porta, tentando que alguém lhe ouvisse a agonia, ou que a porta se destravasse; qual o que!… Veio a noite de Quinta. O jeito foi improvisar uns panos, como a toalha, no chão do banheiro, para tentar dormir. Afinal, na Sexta de manhã, certamente chegaria alguém, e salvá-la-ia… Mas, a Sexta repetiu a Quinta. Fome apertando, sede… O jeito foi encher o estômago com água da torneira, antes que o delírio compelisse algo pior. E a hipertensão? Sem remédio! Literalmente. Mais uma noite no chão frio e duro do banheiro. Só no Sábado pela manhã uma vizinha ouviu os gritos, já enfraquecidos, da idosa. Chamou o Corpo de Bombeiros, que efetuou o resgate. No celular, que ficara do lado de fora, nenhuma chamada perdida…
O filho de Amitai com quem a comparo foi Jonas, o profeta. Deus o convocou, desde uma pacata cidade de Zebulom, para ir pregar na grande metrópole mundial de Nínive. Nínive, naquele tempo, tinha dias parecidos com nosso Brasil, especialmente quando do período de Carnaval (ver Jonas 1.2). Mas, Jonas resolveu fazer algo que, muito equivocadamente, julgou possível (ver o verso 3 : Jonas 1.3). Resultado: Jonas permaneceu preso, por três dias e três noites, no ventre de um grande peixe. Quando se diz de uma “baleia”, não passa de mera conjectura; até porque, no rigor da classificação de Lineu (1707-1778), baleia não é peixe – é mamífero! Mas, não importa.
Escuta: se você está entre aqueles que acham que o evento é mera lenda, mito ou ficção, melhor se cuidar. Jesus credenciou historicamente a narrativa, ao usa-la como comparação quanto a si. Observe com maior atenção os versos 39 a 41 em Mateus 12.39-41. Sabe por que Jesus permaneceu “três dias e três noites” no seio da terra, quando expirou, após o suplício do Golgota? Para livrar a minha e a sua alma de uma eternidade no inferno, de onde não há retorno. Atente bem ao que Ele afirmou, nos versos finais (43 a 50) de Marcos 9.
Dona Josefa teve um imenso alívio quando os bombeiros romperam a porta do seu banheiro, livrando-a daquela clausura angustiante.
– Achei que eu ia morrer ali dentro! – foi o que exclamou, na hora! [Jonas, quase…]
Mas, pelo que Jesus ensinou, tomando o episódio de Jonas como advertência profética da Sua própria clausura na sepultura, em favor de livrar-nos, do inferno não há retorno, não há saída, não há recurso, não há livramento. A não ser com Jesus… Mas tem que ser hoje! Agora!
De minhas antigas gravações da WKES Keswick Radio, uma conversão para nossa mensagem musical. Não sei quem canta, nem quem compôs. Mas sei quão oportuno apelo é…
Richard Dawkins (1941…), o famoso biólogo evolucionista britânico, disse perante as câmeras da tevê: “Se eu encontrar com Deus, no dia em que eu morrer, vou interrogá-lo sobre duas coisas: que deus és tu? Zeus? Thor? Baal? Mithra? Yahweh? E por que permitiste tanto sofrimento, para te esconderes de nós?
Ouça, com nosso Audio Player online, logo após a letra (original e tradução)…
BEFORE YOU DIE, MEET THE LORD ANTES DE MORRER, ENCONTRE-SE COM DEUS
Before you die, meet the Lord Antes de morrer, encontra-te com Deus
Reach out and take His hand, heed His Word Sê alcançado por Sua mão, dá ouvidos à Sua Palavra
Confess to Him you’re wrong, eternity is long! Confessa a Ele que estás errado, a eternidade é longa!
Before you die, meet the Lord! Antes de morrer, encontra-te com Deus!
If you could see and know just what a future holds Se puderas ver e saber o que reserva o futuro
You’d never take a chance and loose your soul Jamais terias chance, e perderias tua alma
But God above can see from here to eternity Mas Deus do alto pode ver, daqui para a eternidade
So give it a thought my friend: meet the Lord! Portanto, pense nisto, meu amigo: encontra-te com Deus!
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Bom Domingo, boa semana, Ulisses
Notas das citações bíblicas: ACF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional
Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia Domingo, 31 de Janeiro de 2016
Nos últimos dias, o mundo se estarreceu com uma notícia vinda da Síria. Em frente ao prédio onde antes funcionava o Correio da cidade de Raqqa, um jovem jihadista de 20 anos, chamado Ali Saqr Al-Qasem, executou com um tiro de fuzil na cabeça a própria mãe. Leena Al-Qasem foi até Raqqa, onde residia até o levante do Estado Islâmico, e onde e funcionária do Correio. Procurou pelo filho para demove-lo de continuar junto ao ISIS (Islamic State of Iraq and Syria), com o argumento de que o califado está prestes a sofrer um massacre.
Ali, seu filho, que, segundo informações que a imprensa obteve, era tido como delinquente e consumidor de drogas, denunciou sua mãe junto aos seus superiores. Como resultado, eles exigiram do rapaz uma prova de fidelidade ao afã jihadista: deveria executar a própria mãe em ato público. E assim se deu: Leena recebeu, em troca da investida de tentar arrancar o filho daquela vida, um tiro na cabeça, vindo do gatilho do filho. Centenas, ou perto de dois milhares de pessoas presenciaram o ato. Qual foi o veredicto de condenação de Leena? Apostasia! Ela foi condenada pelo “crime” de abandono da fé islâmica, e pelo “crime” de tentar carregar um militante na sua apostasia. Depois da execução, Ali Saqr Al-Qasem posa em foto publicada em redes sociais: barba estilo salafista, bigode rapado, braço esquerdo aferrado ao seu fuzil, indicador direito apontando para o céu, em atitude de invocação de sua fé.
“Apostasia” é uma palavra de etimologia grega: apo + stasis, que significa estar (permanecer, abandonar) longe de um compromisso prévio. Em matéria de fé, representa seu abandono. Ontem mesmo conversei com duas pessoas, em momentos e lugares distintos, que reconheceram estar, lamentavelmente, em condição de apostasia, quanto à fé cristã. E a Escritura Sagrada tanto prevê quanto adverte contra a apostasia. No Antigo Testamento, sucessivos períodos de apostasia do povo de Deus. É triste a constatação: “Porque o meu povo é inclinado a desviar-se de mim; ainda que chamam ao Altíssimo, nenhum deles o exalta”(Oséas 11.7 – ARC). Quando chega o fim do período vétero-testamentário, depois de tantas advertências dos profetas, não se percebe mudança no cenário: “Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes”(Malaquias 3.7 – ACF).
No Novo Testamento, Jesus dá indicação clara de duas causas freqüentes da apostasia; a primeira, a da superficialidade quanto ao conhecimento e à prática da Palavra de Deus: “O que recebe a semente no pedregulho, este é o que ouve a Palavra, e logo a recebe com gosto; porém, ele não te raiz, antes é de pouca duração, e quando lhe sobrevêm tribulação e perseguição por amor da palavra, logo se escandaliza”(Mateus 13. 20,21 – BCF); outra, a da fascinação dos atrativos deste mundo: “E o que recebe a semente entre espinhos, este é o que ouve a Palavra, porém, os cuidados deste mundo e o engano das riquezas sufocam a Palavra, e fica infrutífera”(Mateus 13. 22 – BCF).E o apóstolo adverte severamente, no tocante ao tempo em que estamos vivendo: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios”(I Timóteo 4.1 – ARA).
Como Deus trata a apostasia? Bem, sabemos que Deus é amor, e que a mensagem do evangelho que enaltece o caráter amoroso de Deus é doce, suave e agradável. Mas, não se pode duvidar da justa severidade de Deus. Se você anda encantado com as facilidades e os apelos, bem como as realizações e os ganhos, que parecem fazer deste mundo um lugar tão bom, tão atraente, vaidosamente aprisionado aos seus encantos, muito cuidado! Se você é daqueles que, de tão superficiais no conhecimento (teórico e prático) da Palavra de Deus, raso no decifrar os Seus propósitos para a existência, muito cuidado. Esses sintomas são os primeiros sinais da apostasia. Sabe o que Deus tem a dizer? Três coisas sérias:
1) “Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, Ele corta!”(João 15.2 – ARA). 2) “Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo” (I Cor 11.30-32 – ARA). 3) “Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca” (Apocalipse 3:16 – NVI).
Cair nas graças do amor de Deus é excelente coisa; entretanto, “horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo”(Hebreus 10.31 – ARA). É pior do que cair na condenação do ISIS, por apostasia. Portanto, se você é cristão, ou quer ser cristão, não brinque com Deus! “Não queirais errar; de Deus não se zomba” (Gálatas 6.7 – BCF).
Nosso hino de hoje é cantado na voz dos Arautos do Rei, em antiga gravação (1963) convertida, disponível em nosso Áudio Player online.
COMO ESTÁS COM TEU DEUS HOW ARE YOU (1929) Virgil Oliver Stamps (1892-1940)
AudioPlayer online (controle de volume à direita)
Bom Domingo, boa semana, Ulisses
Notas das citações bíblicas: ACF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional